
Não há manifestações de rua ou protestos nas redes sociais, nem mesmo por parte dos virtuosos “indignados da nação”, mas o fato continua sendo o que o fato é: os julgamentos dos réus e denunciados na Lava-Jato ao Supremo Tribunal Federal simplesmente não acontecem – e nem acontecerão antes que o tema caia no esquecimento geral.
São deputados, senadores, ministros, todos fazendo parte da turma graúda e poderosa, ainda que alguns estejam entre os derrotados nas urnas, mas não perderam o foro.
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O STF, repito, deve ser o guardião da Constituição Federal e precisa estabelecer um padrão de interpretação, como qualquer país civilizado. Mas já deixou bastante claro: julgamento de autoridade não há de acontecer por lá – não é esta a vocação da Corte.
Os processos contra essa turma dormem nas gavetas e acompanham a sonolência provocada pelas sessões do mesmo STF.
Ricardo Mota do TNH

Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Ufologia, Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.