
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), elogiou a ação das polícias da Bahia e do Rio de Janeiro, que culminou na morte do miliciano Adriano da Nóbrega, no último domingo (9). Em declarações à imprensa durante agenda pública na Baixada Fluminense, o chefe do Executivo disse que a Polícia está “num outro patamar”.
“Não podemos deixar de agradecer à Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ontem tivemos duas importantes operações em parceria com outra polícia, a polícia da Bahia, e obteve o resultado que se esperava. Chegamos ao local do crime para prender, mas, infelizmente, o bandido que ali estava não quis se entregar. Trocou tiros com a polícia e infelizmente faleceu”, disse Witzel, de acordo com a Folha.
Adriano era apontado como chefe do Escritório do Crime, grupo miliciano que comanda a comunidade do Rio das Pedras. O ex-policial estava foragido desde janeiro de 2019 e foi localizado no sítio do vereador Gilson Neto, no município de Esplanada.
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Em nota, a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) informou que Adriano reagiu à ordem de prisão e atirou contra os policiais. O miliciano chegou a ser socorrido a um hospital da região, segundo informado pela pasta, mas ele não resistiu aos ferimentos.

Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Ufologia, Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.