
É dolorosa a constatação do advogado Fernando Falcão, um dedicado professor universitário que se depara, todos os dias, com jovens que fazem o curso de Direito exclusivamente para participar de concursos públicos.
“Formam uma minoria os que querem se tornar advogados”.
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Com vinte anos de experiência na profissão, Fernando Falcão acredita que a própria precarização da atividade de advogado leva ao quadro atual.
Convidado do Ricardo Mota Entrevista desta semana, ele faz críticas duríssimas à OAB – nacional e local -, mas deixa claro que não é “candidato a nada”:
– O que se faz necessário com urgência é que a Ordem defenda as prerrogativas dos advogados militantes. Cada vez mais aumenta a dificuldade para um advogado ser recebido por um juiz, como determina a lei. Agora, até assessor de magistrado quer marcar dia e hora para receber o profissional da advocacia. Esta é uma questão fundamental para a classe.
Existe preconceito contra os advogados criminalistas?
Há confusão entre advogado de bandido e bandido advogado?
A perda de representatividade da OAB não reflete o que já acontece com as instituições e entidades corporativas no Brasil?
É conferir as respostas.
Ricardo Mota Entrevista
Domingo, às 10h30, na TV Pajuçara
Convidado: Fernando Falcão – advogado e professor da UFAL

Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Ufologia, Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.