
Na segunda-feira (26) foi o Dia Nacional do Cacau, mas o produtor nada teve a comemorar. A data foi instituída para valorizar a lavoura cacaueira brasileira. Mais de 30 mil propriedades rurais cultivam cacau no País, principalmente na Bahia, Pará, Espírito Santo, Rondônia, Amazonas e Mato Grosso.
Ao todo são cerca de 670 mil hectares de área plantada. Há dois anos, o Brasil foi o terceiro maior produtor de chocolate do mundo (710 mil toneladas) e terceiro maior consumidor (709 mil toneladas). Ainda assim, entre 2011 e 2016, o País aumentou em 80% a importação.
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Uma Comissão do Senado debate um Projeto de Lei Suplementar que prevê o aumento do porcentual mínimo de cacau, de 25% para 35%, nos produtos nomeados “chocolate”. Os produtores aprovam, mas dizem que também é necessário crédito para o setor.
Eles apontam que o aumento da produtividade passa por uma qualificação do cacau, que implica em mais despesas na produção, como explicou o diretor do Centro de Inovação do Cacau, Cristiano Villela. “Há uma tendência global de valorizar a origem e a qualidade dos produtos”.
“Isso se aplica ao chocolate. Porém, enquanto o mercado gourmet cresce cada vez mais, o Brasil ainda não está no mapa do cacau fino da Organização Internacional do Cacau”. Conforme diz o R7.

Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Ufologia, Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.