Primeiro nanossatélite 100% nacional: Desenvolvido pelo Instituto Senai de Inovação (ISI) em Sistemas Embarcados – Unidade EMBRAPII, o equipamento, a ser lançado até o fim do ano, permitirá o desenvolvimento e a validação de tecnologias espaciais. (Crédito: Keiny Andrade)

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) atingiu essa semana a marca histórica de 1600 projetos inovadores apoiados pela Instituição com recursos não reembolsáveis. Em sete anos de existência, já são 835 projetos concluídos e 571 pedidos de propriedade intelectual referentes a ideias mais do que relevantes para o avanço tanto da ciência e da pesquisa quanto da indústria brasileiras – como um software capaz de analisar o comportamento do eleitor, o primeiro nanossatélite brasileiro e o submarino baseado em inteligência artificial (IA). Ao longo do período, a EMBRAPII e suas 76 Unidades espalhadas pelo Brasil já apoiaram 1066 empresas nacionais e aportaram R$ 2,19 bilhões em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

Dentre os projetos desenvolvidos com recursos da EMBRAPII e dos Ministérios de Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), da Economia (ME), da Educação (MEC) e da Saúde (MS) estão alguns dos equipamentos utilizados no enfrentamento da Covid-19 que salvaram centenas de vidas, como o respirador homologado pela NASA e a solução de revestimento de descartáveis no aparelho de Circulação Extracorpórea, o ECMO. Além das propostas para a área da saúde, a carteira de projetos da EMBRAPII inclui o desenvolvimento de novas tecnologias para as áreas de mobilidade, sustentabilidade, biocombustíveis, novos materiais, informação, telecomunicações, engenharia aeroespacial, agricultura e defesa.

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