O uso de máscaras é obrigatório no transporte público da capital baiana desde a última quinta-feira, no trânsito e em ambientes de trabalho – para clientes e funcionários. A Prefeitura de Salvador fará uma ampla campanha educativa no trânsito, a fim de conscientizar a população sobre a importância do uso das máscaras, que é recomendado por autoridades em saúde pública e infectologistas.
O governador da Bahia, Rui Costa, anunciou que vai editar um decreto, em conjunto com o prefeito ACM Neto, para obrigar a utilização de máscaras por todas as pessoas que forem às ruas. A norma não valerá apenas para a capital, mas para todo o estado.
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“O uso das máscaras ao sair de casa é imprescindível para reduzir as chances de contágio da Covid-19, mas não anula outros hábitos que devem ser incorporados no dia a dia, como lavar as mãos frequentemente, usar álcool gel, não levar as mãos ao rosto, manter boa distância de outras pessoas e sempre que possível preferenciar o isolamento social”, ressalta o infectologista da Central Nacional Unimed, Dr. Lauro Ferreira. Além disso, o uso desse importante item de proteção requer alguns cuidados.
A primeira recomendação é usar máscaras de tecido, preferencialmente algodão, porque não irrita a pele. Dr. Lauro Ferreira sugere que as máscaras cirúrgicas sejam de prioridade dos profissionais de saúde. “Se todos utilizarem máscaras profissionais, esse importante equipamento de proteção fará falta nos hospitais”, afirma.
Ao optar por máscara de tecido, antes de usá-la deve ser lavada com água e sabão, ficar de molho por aproximadamente 10 minutos, deixar secar e passar o ferro. “Para colocar a máscara, antes é preciso lavar as mãos com água e sabão ou passar álcool em gel. Coloque-a pegando apenas na parte que se ajusta à orelha (elástico), nunca no tecido que se ajusta ao rosto”, ensina Dr. Lauro Ferreira.
“Deve ser ajustada ao rosto, cobrindo o nariz e a boca, e não é recomendável tocá-la durante a utilização. Se tiver de fazer ajustes, toque sempre na parte do elástico”, destaca. Outra dica é higienizar as mãos após tirar a máscara.
A máscara, independente do seu material, deve ser trocada a cada duas horas, por isso é recomendável ter mais de uma. “Esse é um item de proteção pessoal, que não deve ser compartilhado. Se os equipamentos de proteção da família forem iguais, por exemplo, o ideal é fazer alguma marcação para identificá-las”, ensina o infectologista. Caso a máscara fique úmida, é preciso substituí-la antes das duas horas, pois ela perde a eficácia de proteção contra o novo coronavírus.
Editorial da Unimed
Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.