
O Correio do Estado da Bahia divulgou que os casos de dengue na Bahia aumentaram 322% neste ano em comparação com o mesmo período de 2018. Foram 5.871 casos notificados em 158 municípios do estado. No período de 30 de dezembro a 12 de março, foram seis óbitos por dengue, sendo cinco confirmados e um em investigação laboratorial.
O município com a pior situação é Feira de Santana, a segunda maior cidade do estado, que teve 2.264 casos prováveis de dengue no período, quase 40% de todas as notificações da Bahia, de acordo com dados da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) Feira também concentra a maior parte das mortes: foram 4 na cidade, uma em Salvador e uma em Candeias.
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Luís Eduardo Magalhães ficou em segundo lugar, com 310 casos, seguido de Paramirim com 244, Macaúbas com 206 e Riacho de Santana com 172 notificações.
Apesar de não serem os municípios com maior número de casos, algumas cidades são campeãs na incidência de dengue no estado. O índice leva em consideração o total da população. Se a incidência for maior que 100 casos para 100 mil habitantes, há estado de alerta.
O município campeão no coeficiente de incidência é Ipupiara, seguida de Wagner, Tanquinho, Paramirim e Palmeiras.
Salvador
A Secretaria Municipal de Saúde de Salvador (SMS) registrou 508 casos de janeiro a abril deste ano. O número é menor do que o mesmo período do ano passado, quando o registro foi de 580. Houve uma redução de 12,4% nos casos, de acordo com dados da pasta.
Em nota, a Sesab afirmou que o aumento de número de casos no estado se deve ao período de outubro a maio, que é mais propício para a proliferação do vetor da dengue. A pasta ainda destacou que “entre três e cinco anos ocorre um surto de dengue”.
Para combater o crescimento das arboviroses, a Sesab distribuiu 7,4 kits com 26 itens para combater o mosquito. Cada kit é composto de pesca larva, pipetas de vidro, tubos de ensaio, álcool, esponja, lanterna de led recarregável, bacia plástica, dentre outros materiais. Ao todo foram investidos R$ 2,6 milhões na ação.
Um alerta ainda foi emitido pela pasta em janeiro de 2019 para os municípios do estado sobre o alto índice da doença.
“A Sesab solicitou que os municípios realizassem mutirões de limpeza, com atividades de vistoria e remoções de focos do vetor nas residências, juntamente com caminhadas de conscientização e distribuição de materiais informativos. A Sesab também distribuiu repelentes para as gestantes dos municípios com maior incidência do mosquito”, disse a pasta, em nota.
Arboviroses
Outras doenças como chikungunya e zika reduziram o número de notificações no estado. Neste ano, foram 277 casos de chikungunya em 48 municípios e 168 de zika em 39 cidades. Houve redução em 2% nas notificações de chikungunya e 50% nas de zika, de acordo com a Sesab.
Em Salvador, no entanto, o número de casos de Chikungunya aumentou de 31 casos em 2018 para 119 em 2019. A zika reduziu de 36 para 28.

Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Ufologia, Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.