
O chamado “efeito Tocantins” parece ser bastante convidativo para boa parte do eleitorado.
Há de se entender: há uma desilusão muito grande com a política e, principalmente, com os políticos de maior expressão no país.
CANAL NO WHATSAPP:
Receba as notícias de Ilhéus e região em tempo real.
Clique aqui e participe!
SIGA NO INSTAGRAM:
Acompanhe fotos, vídeos e os bastidores do Ilhéus.Net.
Siga @ilheusnet agora!
Mas eis uma reação tola e que só beneficia, se confirmada, os mesmos picaretas de quem reclamamos tanto e tratamos pelos adjetivos que conhecemos.
Mesmo quando eu olho para o cenário local, com tantos nomes famosos em Brasília, consigo enxergar, sim, nome e personagens que merecem o nosso respeito e o nosso voto – o meu, pelo menos.
A ausência do eleitor e a pré-disposição para votar nulo, principalmente quando há opções para não fazê-lo, são iniciativas que agradam demais a estes personagens que acanalham ao fazer política, num país em que esta atividade ainda é tão restrita.
Comparecer às sessões eleitorais e escolher um candidato em quem votar é uma atitude inteligente e – se vocês me permitem – de coragem.
Covardia e omissão são irmãs gêmeas.
Editorial Ricardo Mota – TNH

Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Ufologia, Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.