
O ator e dramaturgo Ian Lima, nascido em Itabuna (sul da Bahia) e radicado em São Paulo, está criando o monólogo autoral “O Menino – monólogo em uma safra”, que nasce da história da região cacaueira: a vassoura-de-bruxa, a praga que devastou os cacaueiros do sul da Bahia, e a obra de Jorge Amado, como “Cacau” e “O Menino Grapiúna”.
O texto surgiu da iniciação científica “O Menino Grapiúna”, desenvolvida na Escola Superior de Artes Célia Helena, em São Paulo, e mistura ficção e memória: a crise do cacau contada pelos olhos de um menino grapiúna que cresce entre as fazendas e um dia vai embora tentar a arte na capital paulista.
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Formado em balé clássico na juventude, Ian estudou teatro no Célia Helena, onde fez o curso técnico e agora conclui a graduação em Artes Cênicas. No teatro paulistano, trabalhou com diretores como Marco Antonio Rodrigues (“O Casamento do Pequeno Burguês”, de Brecht) e Bete Dorgam. Em novembro, sobe ao palco em “A Hora em Que Não Sabíamos Nada Uns dos Outros”, de Peter Handke (16 a 18/11, Teatro do Célia Helena, São Paulo). Também está no elenco do filme “Noite de Jogos”, selecionado para o Espanto Film Fest, no México.

Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Ufologia, Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.