
Estudantes da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) têm manifestado crescente preocupação com as condições precárias do Campus Jorge Amado (CJA), localizado nas dependências da CEPLAC, em Ilhéus. As denúncias apontam para um cenário de abandono e insalubridade que, segundo os alunos, compromete o ambiente acadêmico e oferece riscos à saúde.
Apesar de ser uma estrutura relativamente nova, o prédio onde funcionam as salas de aula tem sido invadido por aves que utilizam o local como ponto de descanso. Como resultado, há grande acúmulo de fezes de pássaros nas instalações, o que tem provocado um odor forte e constante, além de gerar preocupação com a possibilidade de contaminação do ambiente e da água destinada ao consumo.
CANAL NO WHATSAPP:
Receba as notícias de Ilhéus e região em tempo real.
Clique aqui e participe!
SIGA NO INSTAGRAM:
Acompanhe fotos, vídeos e os bastidores do Ilhéus.Net.
Siga @ilheusnet agora!
“É insalubre. Os dejetos estão por toda parte, e temos medo de que a água esteja contaminada. É uma situação que prejudica nossa saúde e o nosso aprendizado”, afirmou uma estudante.
No dia 28 de maio de 2025, a situação se agravou com a interrupção no abastecimento de água no campus, tornando impossível a limpeza dos banheiros e outras áreas essenciais, o que aumentou o desconforto e os riscos sanitários.
Além dos problemas com higiene, os alunos denunciam outros sinais de abandono, como a falta de manutenção constante, ausência de suporte básico e uma sensação de descaso generalizado.
Os estudantes apelam por medidas urgentes por parte da reitoria da universidade e dos órgãos responsáveis, e reforçam que o ambiente de estudo precisa oferecer condições adequadas para o aprendizado e a permanência no ensino superior público.
Atualização: A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) se manifestou oficialmente sobre os relatos feitos por estudantes em relação às condições do Campus Jorge Amado. Confira a nota de esclarecimento completa enviada pela instituição no link a seguir:
👉 Leia a resposta da UFSB aqui

Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Ufologia, Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.
andorinhas sao aves migratórias, logo sazonais. O campus fica numa área bem preservada (um provilegio). Se acham o campus abandonado não têm ideia do que é prédios de educação abandonado. tudo funciona, internet, banheiros, salas climatizadas. inclusive a natureza. Mas sim, precisamos buscar uma solução adequada para a relação homem -animal.
as andorinhas vivem migrando, mas precisam acham a melhor solução tanto para o bem estar das aves quanto para os estudantes universitário, precisam tomar uma providência urgente a água das privadas toda escura e com mau odor além do corredores do 2 andar e térreo da universidade federal está cheio de fezes, fora as fezes das andorinhas que caem nos estudantes quando passam.