Com a recente chegada da primavera, vivenciamos um início de semana de temperaturas elevadas, em linha com as previsões para Ilhéus. Além do calor, outro aspecto tem se destacado, a secura do ar.

O Agência Clima Tempo antecipa que os próximos três dias seguirão uma tendência semelhante, com destaque para a notável baixa umidade. Na segunda-feira (25), a umidade relativa do ar oscilou entre 51% e 60%, enquanto nesta terça-feira (26) chegou a atingir alarmantes 40%, que subir consideravelmente na quarta-feira (27) para uma faixa de 54% a 86%. Tudo isso sendo ocasionado pela presença de uma bolha de ar quente, consequência do fenômeno El Nino.

Este cenário requer atenção e cuidados especiais, sobre os quais abordaremos a seguir.

O que é e por que nos importamos com a umidade do ar?

Quando sintonizamos na previsão do tempo, ouvimos constantemente os meteorologistas destacarem a umidade do ar relativa. Ela se refere à quantidade de vapor d’água presente na atmosfera em relação à quantidade máxima que a atmosfera poderia conter naquela temperatura específica.

Em períodos de estiagem, típicos do final do inverno, a umidade cai consideravelmente, enquanto em dias quentes de verão, ela tende a ser mais alta, em grande parte devido à evaporação após pancadas de chuva.

Mas por que os meteorologistas se concentram tanto nisso? A umidade do ar relativa é uma variável crucial para a saúde de todos os seres vivos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível ideal para o bem-estar humano varia entre 40% e 70%. Valores acima disso tornam o ar quase saturado de vapor d’água, afetando nossa capacidade de regular a temperatura corporal através da transpiração. Ou seja, em dias quentes e úmidos, a evaporação do suor é retardada, impactando o resfriamento do corpo.

O tempo seco pode provocar sintomas de diversas doenças, como rinite, asma, irritação nos olhos e até AVC. 

Com a recente chegada da primavera, vivenciamos um fim de semana de temperaturas elevadas, em linha com as previsões para Ilhéus. Além do calor, outro aspecto tem se destacado: a secura do ar.

Este cenário requer atenção e cuidados especiais, sobre os quais abordaremos a seguir.

O que é e por que nos importamos com a umidade do ar?

Quando sintonizamos na previsão do tempo, ouvimos constantemente os meteorologistas destacarem a umidade do ar relativa. Ela se refere à quantidade de vapor d’água presente na atmosfera em relação à quantidade máxima que a atmosfera poderia conter naquela temperatura específica.

Em períodos de estiagem, típicos do final do inverno, a umidade cai consideravelmente, enquanto em dias quentes de verão, ela tende a ser mais alta, em grande parte devido à evaporação após pancadas de chuva.

Mas por que os meteorologistas se concentram tanto nisso? A umidade do ar relativa é uma variável crucial para a saúde de todos os seres vivos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível ideal para o bem-estar humano varia entre 40% e 70%. Valores acima disso tornam o ar quase saturado de vapor d’água, afetando nossa capacidade de regular a temperatura corporal através da transpiração. Ou seja, em dias quentes e úmidos, a evaporação do suor é retardada, impactando o resfriamento do corpo.

Riscos da baixa umidade para a saúde

Em contraste, baixas umidades do ar, comuns em muitas regiões do Brasil, podem ser ainda mais prejudiciais à saúde. Um ar seco excessivo pode:

*Ressecar as mucosas das vias aéreas, tornando-nos mais propensos a crises de asma e infecções.

*Agravar a poluição, pois impede a dispersão adequada de gases poluentes.

*Desencadear problemas oculares e alergias.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia alerta: a baixa umidade torna o sangue mais denso, elevando o risco de obstrução dos vasos sanguíneos.

Como se proteger

Infelizmente, não temos o poder de controlar as variações climáticas, mas podemos tomar medidas para nos proteger e garantir uma melhor qualidade de vida, especialmente durante os períodos de baixa umidade em Ilheus e região:

Procure manter o corpo sempre bem hidratado. Portanto, beba bastante água, mesmo sem sentir sede. Na hora do lanche ou da sobremesa, dê preferência a frutas ricas em líquidos, como melancia, melão e laranja, por exemplo. Em especial, fique atento à hidratação das crianças, idosos e dos doentes;

*Evite exposição prolongada ao sol, especialmente nos horários mais quentes;

*Use umidificadores de ambiente e mantenha a casa limpa para reduzir a poeira;

*Trocar comidas com muito sal ou condimentos por alimentos mais saudáveis;

*Evitar exercícios físicos entre as 10 da manhã e 5 da tarde.

Lembrar-se dessas precauções pode fazer a diferença, ajudando-nos a enfrentar os desafios que as variações climáticas nos impõem.

Orientações do 100%Fronteiras

::Publicidade
Compartilhar Post:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *