Pandemia reduz uso de plástico nas feiras

A redução do uso do plástico, embalagem onde o coronavírus adere com facilidade, é uma das boas iniciativas dos novos modelos de feira livre, como ocorre em Irecê, região central do estado, onde feirantes produziram bandejas com folha de bananeira para acondicionar frutas e verduras, a fim de diminuir o perigo de infecção.

A cada final de semana, o antigo modelo de feira livre vai sendo substituído de acordo com as necessidades de evitar o contágio pelo coronavírus.

O objetivo dos projetos Feira Segura e Viva a Feira é fixar um novo jeito de fazer o mercado, incluindo a higienização plena dos produtos agrícolas, a agenda para entregar as mercadorias e o distanciamento, além do uso de máscaras.

Embora os feirantes e seus clientes venham sofrendo com o fim da prosa semanal, para atualizar as notícias de amigos e familiares, não há outra saída exceto seguir as diretrizes, exceto se a opção for arriscar a expansão da doença e a extinção mais rápida da espécie.

No final de semana passado, mesmo com o feriadão, foram mais cinco municípios onde os feirantes receberam treinamentos de equipes da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), por meio do Fenar.

Irecê, Ipiaú, Cairu, Santa Maria da Vitória e Jequié foram visitadas para as capacitações e orientações, com destaque para o uso de máscaras de tecido ou três camadas e do álcool em gel, esfregando-se as mãos antes e depois das vendas.

A textura do produto causou alguma estranheza a feirantes, que estavam desacostumados, bem como foi comum o posicionamento errado da máscara, abaixo do nariz, ocasionando a necessidade de correção por parte dos orientadores.

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