É claro que ainda teremos muitos exemplos, e de todos os lados, de fake news, a grande estrela da campanha eleitoral deste ano.

É o velho boato com nova roupagem e capacidade de contágio impressionante, bem próprio desses tempos de internet.

Ainda que não seja uma ofensa moral – e ela também virá, disso ninguém duvida -, já circula celeremente nas redações e grupos de WhatsApp, a “composição” da chapa de Wagner (PT), pré-candidato ao Senado Federal.

A fake news: Bebeto (PSB) será candidato a suplente de senador na chapa ex-governador da Bahia.

E como toda “boa” mentira, o discurso vem junto: Bebeto espera que o Wagner, se eleito senador, ajude-o numa possível candidatura à prefeitura de Ilhéus daqui a dois anos – com chances de vitória.

Conclusão?

Exatamente a que você chegou: com o nível de rejeição baixíssimo, menor do que qualquer outro candidato ao posto, Bebeto terminaria por ser um instrumento para a eleição de Wagner ao Senado, tendo em vista Bebeto tem votos em toda Bahia.

O blog consultou alguns “especialistas” da política local sobre o tema.

A resposta?

Está no título da matéria.

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