
A tarde de ontem (9) entrou oficialmente para a história do Teatro Popular de Ilhéus (TPI). Em um Pontal tomado por arte, memória e celebração, o grupo lançou cinco coletâneas literárias — um conjunto de 31 livros, que sintetizam 30 anos de criação, pesquisa e resistência cultural na Bahia.
O evento, realizado na Praça do Pontal, reuniu autoridades, artistas, parceiros e o público que acompanha a trajetória do TPI desde sua fundação. Estiveram presentes o diretor geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães; a superintendente da Suprocult/Secult-BA, Lorena Teixeira; a diretora de Artes da Funceb, Gabriela Sandyego; a vereadora Enilda Mendonça; e a secretária de Cultura de Ilhéus, Anarleide Cruz Menezes.
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*Espetáculo e emoção -* A celebração começou com a apresentação de “A Aventura de Mariá e Mureci”, espetáculo infantil da companhia, que abriu o evento encantando crianças e adultos. Logo em seguida, o público foi convidado a participar de um momento simbólico: uma caminhada em comitiva para “espiar” a fachada do que será a futura sede do TPI (o antigo Clube do Pontal).
“Foi como ver o futuro acenar para nós. Esses 31 livros, a caminhada, a presença de tanta gente querida. Tudo isso reafirma o que somos: um teatro que pulsa junto com a cidade”, afirmou o diretor e dramaturgo Romualdo Lisboa. “Olhar para a nova sede é perceber que continuamos caminhando, criando, sonhando — sempre ao lado do nosso público. É um passo gigante rumo aos próximos 30 anos”.
*Livros que guardam a memória e projetam o futuro -* As coletâneas abrangem dramaturgia, literatura infantojuvenil e poesia, com textos de Équio Reis, Romualdo Lisboa, Tânia Barbosa, Pawlo Cidade, Felipe de Paula Souza e Pedro Albuquerque Oliveira. São obras que reúnem histórias, processos, memórias e pesquisas que atravessam as três décadas de vida artística do grupo.
Durante sua fala, o diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães, destacou toda a relevância do TPI para a cultura da Bahia. “O Teatro Popular de Ilhéus representa a celebração da resistência, das linguagens artísticas e da política de cultura nos territórios da Bahia. O que o TPI produz há 30 anos é referência para todo o estado”.
Encontros – O lançamento também foi um reencontro emocionante. Artistas que fizeram parte da trajetória do TPI, colaboradores de ontem e de hoje, estudantes, moradores e admiradores se reuniram para celebrar o maior patrimônio que o grupo defende: seu público.
PNAB – As publicações foram contempladas nos editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB – Bahia) e conta com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.
Sobre o TPI – O TPI é uma instituição cultural privada, parcialmente financiada pelo programa de Ações Continuadas da Secretaria de Cultura da Bahia, com recursos do Fundo de Cultura e do Governo do Estado. Atualmente, está sediado provisoriamente na UESC, por meio de parceria com a Pró-Reitoria de Extensão, o Departamento de Letras, o Núcleo de Artes e o Observatório Astronômico.

Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Ufologia, Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.