
A primeira pessoa escolhida para tomar a Coronavac, vacina do laboratório chinês Sinovac , em parceria com o Instituto Butantan, é uma mulher, negra e enfermeira.
Mônica Calazans, de 54 anos, trabalha na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. Do grupo de risco, ela é obesa, hipertensa e diabética.
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Moradora de Itaquera, na zona leste da capital, ela trabalha em dias alternados, em escala de 12 horas.
Mesmo com comorbidades, em maio, no auge da pandemia da Covid-19, ela decidiu se inscrever para as vagas de enfermagem abertas no regime de CTD (Contrato por Tempo Determinado). E escolheu o Emílio Ribas para trabalhar.
Viúva, ela mora com o filho, de 30 anos. Além disso, ela cuida da mãe, de 72 anos, que vive sozinha em outro imóvel. Cuidadosa, até a agora ela não foi contaminada pelo vírus. Esta matéria contém informações de Mônica Bergamo.
Após ser imunizada, ela recebeu do governador João Doria um selo simbólico com os dizeres “Estou vacinado pelo Butantan” e uma pulseira com a frase “Eu me vacinei”.
A aplicação foi feita no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O governador João Doria (PSDB) acompanhou a aplicação.
A enfermeira Jéssica Pires de Camargo, 30 anos, do Controle de Doenças e Mestre de Saúde Coletiva pela Santa Casa de São Paulo, foi responsável por aplicar a dose.
Estudante do Bacharelado em Políticas Públicas (UFSB), Licenciado em Ciências Humanas e Sociais e suas tecnologias (UFSB), Pós-graduado em Tecnologias WEB (UNOPAR), Graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (UNOPAR) & Técnico em redes computadores (SENAI-BA). Jornalista-MTE, sob o número 0006311/BA
“A macaxeira é popular
É macaxeira pr’ali, macaxeira pra cá
E em tudo que é farinhada a macaxeira tá.” (Djavan)