
A Organização Gongombira de Cultura e Cidadania, em Ilhéus, abre inscrições para as oficinas gratuitas de Fotografia, Dança, Percussão, Turbantes e Penteados Afro, Encadernações e Projetos Editoriais Artesanais.
Para participar, é preciso acessar: matambatombencineto.blogspot.com e escolher a oficina que deseja. O objetivo é promover a cultura afro-brasileira e incentivar a independência de mulheres negras.
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As atividades fazem parte da terceira edição do projeto Mãe Ilza Mukalê (MIM III), que acontecerão durante todo o mês de agosto, no Terreiro de Matamba Tombenci Neto, localizado na Avenida Brasil, Alto da Conquista.
Confira abaixo a programação:
No dia 4 de agosto, às 15 horas, a fotógrafa Marcela Bonfim irá ensinar técnicas de fotografia profissional utilizando smartphones. A profissional é nacionalmente reconhecida pelo seu trabalho (Re)conhecendo a Amazônia Negra: Povos, Costumes e Influências Negras na Floresta em que registra o legado da população negra amazônica.
De 6 a 9, será realizada, pela primeira vez, uma oficina de Percussão exclusiva para mulheres, que será lecionada pela percussionista soteropolitana Sanara Rocha, multiartista, produtora cultural e mestranda em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Ela propõe, através de exercícios rítmicos práticos, iniciar mulheres no universo da percussão como estratégia de empoderamento.
As oficinas de Encadernações e Projetos Editoriais Artesanais acontecerão de 13 a 31 e serão ministradas respectivamente por Cynthia de Cássia Barra, doutora em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMA) e professora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e Juliane Matarelli, bacharel em linguística pela UFMG, que atua como editora, revisora de textos e trabalhará a escrita autobiográfica e o desenvolvimento de um trabalho editorial a partir disto.
No dia 25, às 15 horas, será realizado mais um Zendembás, com roda de conversa sobre autoestima de jovens negros e negras e oficinas de turbantes e penteados afro, com a participação de Dani Jêje e Preta Ashanti, membros da Casa do Boneco, em Itacaré.
Encerrando as atividades do projeto, de 3 a 6 de setembro, acontecerá a oficina de Dança Afro, ministrada por Neide Rodrigues, Makota do terreiro, dançarina e coreógrafa, atual Rainha do Maracatu de Serra Grande, além de já ter participado dos espetáculos Kianga e Malunda.
O projeto também contará com os Encontros da Oralidade, onde Mãe Ilza Mukalê, matriarca do terreiro, receberá convidadas para discutir temas que estão em evidência na sociedade.
O primeiro encontro acontecerá no dia 3 (sexta-feira), às 19 horas, com a fotógrafa Marcela Bonfim para discutir sobre “Arte e Ativismo de Mulheres Negras: Empoderamento e Resistência” e contará com uma apresentação da artista Eloah Monteiro, com um show intimista. As oficinas são gratuitas.

Franklin Deluzio é graduado em Filosofia (UESC), possui graduação incompleta em Física pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), como também graduação incompleta em Licenciatura Interdisciplinar pela (UFSB), é Especialista em Gestão Pública Municipal (UESC), Conselheiro de Saúde, Fiscal do Sistema E-TCM, Design Digital Júnior, Design Editorial Júnior, Servidor Municipal de Ilhéus/BA e estrategista em Geomarketing Eleitoral. DRT n. 0007376/BA.
Áreas de interesse: Ufologia, Gestão e Desenvolvimento Urbano, Políticas Públicas, Plano Diretor, Administração de Recursos, Gestão Logística, Filosofia da Educação, Existencialismo, Ética e Discurso, Filosofia da Ciência, Meteorologia, Poder, Verdade e Sociedade em Foucault, Filosofia Jurídica e autores como Heidegger, Bauman, Habermas, Foucault, Derrida, Deleuze, Sofistas, Nietzsche, Sartre, Hannah Arendt, Freud, Carlos Roberto Gonçalves e Giovanni Reale.