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Rede Social

Monica Iozzi deixa Facebook e compartilha textão de despedida

Monica Iozzi deixa Facebook e compartilha textão de despedida 1Monica Iozzi resolveu deixar o Facebook e anunciou a novidade aos fãs na noite dessa terça-feira (19). A jornalista compartilhou um textão de despedida da sua página, que conta com mais de 1,8 milhão de seguidores.

“Tenho refletido bastante sobre a eficácia e o alcance das discussões sobre política aqui no Facebook. Textões, fake news, discursos de ódio, algoritmos, vazamento de dados, censura, etc. Tudo demanda tanto da nossa energia, do nosso tempo…”, escreveu.

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ILHÉUS: Apaixonado por aviação, morador da Sapucaeira constrói réplica de Aeronave no quintal

ILHÉUS: Apaixonado por aviação, morador da Sapucaeira constrói réplica de Aeronave no quintal 2

A imagem de um morador da zona rural de Ilhéus ao lado de uma réplica de avião construída por ele mesmo faz sucesso entre os compartilhamentos no Facebook.

Identificado como “Marcelo”, o homem seria residente no distrito de Sapucaeira e apaixonado por aviação, a ponto de construir a réplica de uma aeronave da extinta companhia TAM em seu quintal.

De acordo com Luiz Meirelles, que divulgou as imagens na rede social, Marcelo tem o sonho de trabalhar na área.

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O Facebook não comprou o Twitter e microblog não terá Stories

O Facebook não comprou o Twitter e microblog não terá Stories 3

A rivalidade entre usuários do Twitter e do Facebook é tão grande que levou a hashtag “OFacebookComprouTwitter” para o topo dos assuntos mais comentados da rede social na quarta-feira (18). Apesar de milhares de postagens do microblog lamentarem ou ironizarem a aquisição, a notícia não tem nenhuma comprovação.

A empresa fundada por Mark Zuckerberg é dona de várias redes sociais, como Instagram e WhatsApp. Mas o Twitter não faz parte da lista de ativos do Facebook.

Uma das características do Twitter é a postagem de textos curtos, de no máximo 280 caracteres – limite que foi ampliado recentemente, antes eram 140 toques. Essa restrição impede a publicação de textões, como os postados por usuários do Facebook.

Uma das piadas que usuários do Twitter fizeram é que Zuckerberg iria criar um Stories para o microblog. Esse recurso, que permite a postagem temporária de vídeos e fotos, está presente no Facebook, Instagram e WhatsApp.

A origem da fake news pode ser uma montagem feita com uma notícia do site G1, que diz que o Facebook comprou o Instagram. Essa notícia não foi publicada no site. Continue lendo

Como baixar e ler os dados que o Facebook guarda sobre você

Como baixar e ler os dados que o Facebook guarda sobre você 4

O Facebook armazena dados pessoais disponíveis nos celulares dos próprios usuários, como ligações e mensagens de SMS. A coleta de dados não é recente, mas acabou repercutindo após o desenvolvedor de software Dylan McKay divulgar a informação nas redes sociais. A proximidade do episódio com a obtenção de 50 milhões de dados pela consultoria Cambridge Analytica também colaborou para a repercussão.

A rede social consegue essas informações quando o usuário permite o acesso do bate-papo Messenger aos contatos ou ao baixar o aplicativo do Facebook. O programa apresenta condições como “ler seus contatos”, “ler compromissos e informações confidenciais” da agenda, “ler suas mensagens de texto (SMS ou MMS)” e “ter acesso total à rede”.

Segundo o site de tecnologia Ars Technica, a coleta de dados do Facebook ocorreu durante o período em que o controle sobre as permissões no Android eram menos restritas. Recentemente, o Google mudou esse processo para que fique mais claro aos usuários a quais dados os aplicativos terão acesso, mas os desenvolvedores ainda podem receber registros de ligações e SMS até que a empresa descontinue a antiga tecnologia de interface de programação de aplicativos (API).

Conforme relato de usuários, que tiveram acesso ao próprios dados, a coleta do Facebook acontece há anos. Até o momento, o sistema operacional iOS não foi afetado. Continue lendo

TECNOLOGIA: Entenda o escândalo do Facebook

TECNOLOGIA: Entenda o escândalo do Facebook 5

A rede social de Mark Zuckerberg foi utilizada para coletar dados indevidamente e manipular a opinião pública durante eleição nos EUA.

Um escândalo envolvendo a eleição norte-americana de 2016, o uso dos dados de milhões de usuários da maior rede social do mundo e práticas eticamente questionáveis de uma empresa de análise de dados tomou conta das manchetes de todo o mundo na última semana.

No sábado (13), os jornais britânicos The Guardian e The Observer, e o norte-americano The News York Times, publicam reportagens sobre o uso irregular de dados coletados de 50 milhões de usuários do Facebook.

A fonte dessa informação foi Christopher Wylie. Em entrevista exclusiva, ao Channel 4, da TV britânica, cientista de dados explica como realizou a coleta das informações sem o consentimento dos usuários.

Tudo começou em 2014, quando 270 mil pessoas aceitaram os termos de uso do aplicativo ‘This is Your Digital Life’, criado pelo professor de psicologia Aleksadr Kogan, da universidade de Cambridge. O Facebook foi informado que os dados seriam usados em uma pesquisa acadêmica.

Em seguida, Kogan foi contratado para trabalhar para a Cambridge Analytica, uma consultoria política que tinha como vice-presidente Steve Bannon e como um dos principais investidores o bilionário Robert Mercer. Continue lendo

O novo “Vampiro” da Prefeitura de Ilhéus

O novo "Vampiro" da Prefeitura de Ilhéus 6

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

Circula nas redes sociais, blogs, rádios e jornais que a Prefeitura de Ilhéus já tem um “novo vampiro”.

Twitter quer todos os utilizadores com “check” azul

Twitter quer todos os utilizadores com “check” azul 7

Como é que sabemos que uma personalidade é realmente quem diz no Twitter, no Facebook ou no Instagram? Graças a uma pequena bola azul com um sinal de ‘certo’ ou ‘ok’ que permite distinguir, por exemplo, a conta verdadeira de Donald Trump de uma conta falsa com o mesmo nome. Agora, Jack Dorsey, o presidente executivo e co-fundador do Twitter quer estender esta verificação a todos os utilizadores.

“A nossa intenção é abrir a verificação a todos os utilizadores”, explicou Dorsey durante um livestream, esta quinta-feira, que contou com a presença de outros executivos da rede social. Num post em destaque na conta de Jack Dorsey, o executivo manifesta que o próximo compromisso do Twitter é encontrar uma forma de os utilizadores serem “publicamente responsáveis”  no debate público.

Como noticia o Recode, Dorsey quer todos os utilizadores verificados, um projeto que a rede social tenta avançar há vários anos, mas que por não ter encontrado a melhor solução para verificar todos os utilizadores, não arrancou. Atualmente o critério utilizado pelo Twitter para verificar uma conta é ter “interesse público”.

Uma das razões da rede social para não avançar já com as contas verificadas por todos os utilizadores, é “as pessoas acreditarem que isso significa que o Twitter apoia este utilizador”, como explicou David Gasca, um dos diretores de produto. No vídeo, Gasca afirma que a verificação apenas autentica o utilizador, não significa um apoio à conta. Continue lendo

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