Igor Cartiê é jornalista natural de Itajuípe, sul da Bahia, e atua como ativista social nas redes e representa a Bahia no Prêmio Jovem Brasileiro desde 2020.

Foto: Reprodução/ Igor Cartiê / Divulgação
Aos 27 anos, o jornalista e ativista social Igor Cartiê possui grande papel ao lado de outros jovens cerca de 17, que representam como embaixadores o Prêmio Jovem Brasileiro (PJB) – premiação brasileira criada em 2002 para homenagear os jovens que estão em destaque na música, televisão, cinema, esportes, meio ambiente e internet do Brasil.  Natural do interior do estado da Bahia, da cidade de Itajuípe, ele vê de perto e sabe as barreiras que precisam ser ultrapassadas para conquistar seus objetivos e espaços. Uma delas citada pelo próprio Igor é a falta de interesse da grande mídia na região.

“Precisamos mudar isso, apesar da falta de referências oriundas daqui, temos grandes exemplos de personalidades, artistas, atores (a) que conquistaram seus espaços em seus respectivos lugares e não vemos o interesse da mídia neles. O sul da Bahia também existe no mapa do Brasil”, alerta!

 

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Embaixador do PJB há 3 anos, Igor pretende usar essa oportunidade para representar os jovens da região : “Se eu tiver a oportunidade de ter voz sobre isso, vou usar ao nosso favor. Independente de como seja, vou fazer nossa região ser valorizada outra vez. Temos cultura suficiente pra isso. A história do cacau em nossa região é linda. Somos descendentes dos povos originários. O sul da Bahia faz parte da história do Brasil”, complementa.

https://www.instagram.com/p/CrOqIdqv2gx/

 Caso de Racismo nas redes sociais

No último mês, Igor Cartiê foi alvo de mensagens racistas no Instagram após publicar em seu perfil na rede social, sua rotina na academia. Sobre esse capítulo, ele quer apagar da memória e pretende transformar isso em empoderamento racial nas mídias

VEJA:

“É preciso falar sobre racismo para sermos anti racistas. Não vou ser o primeiro nem o último, mas tenho hoje a oportunidade de empoderar outros jovens por conta desse capítulo na minha vida. Quero apagar! Há urgência para conscientizar as pessoas  racialmente”, finaliza.

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