A retomada de um setor altamente rentável, que beneficia desde o pequeno agricultor até grandes negócios. A lavoura cacaueira ganha atenção especial quando o assunto é o fortalecimento da atividade econômica em Ilhéus. Durante visita às instalações da Dengo Origem, na tarde da última sexta-feira (17), o prefeito Mário Alexandre destacou a importância do projeto para fomento à cadeia produtiva do cacau.

O tour foi realizado na fábrica da empresa, no distrito de Rio do Braço, com as presenças do vice-prefeito Bebeto e da deputada estadual, Soane Galvão.

Na oportunidade, a comitiva conheceu as etapas de processamento do fruto e manejo da cabruca, sistema agroflorestal de produção em que o cacau é cultivado à sombra de espécies nativas da Mata Atlântica, favorecendo a conservação do bioma. 

“Mais um projeto que incrementa a atividade econômica no nosso município e fomenta o turismo agroecológico, para que a nossa população e os visitantes conheçam o passo a passo desse processo. Com muito diálogo, conseguimos garantir que grandes empresas se instalem na cidade, gerando emprego, renda e levando o chocolate produzido em Ilhéus aos quatro cantos do mundo”, ressaltou Mário Alexandre.

Soane Galvão frisou o engajamento social da marca, cujo compromisso se estende ao consumo, cultivo e à produção de forma responsável. “Quero parabenizar o prefeito Mário Alexandre, o governador Jerônimo Rodrigues e o secretário de Turismo, Maurício Bacellar, por seguirem unidos na garantia de incentivos que estimulam a atividade na região. Somente no sul da Bahia já estão instaladas mais de oitenta marcas do setor”.

Modelo moderno de desenvolvimento tanto do ponto vista econômico quanto ambiental, a cabruca é a maior tecnologia voltada à produção de cacau no estado. Além de incrementar a renda de produtores rurais, o resgate da cacauicultura expande a atividade turística,  através de projetos apoiados em parceria com o Governo da Bahia, a exemplo da Estrada do Chocolate.

“Aqui vivemos e conhecemos um ciclo completo, que vai desde o plantio, colheita, quebra, fermentação e secagem até o processamento do cacau. A experiência sensorial faz o visitante distinguir os sabores, intensidade e tipos do chocolate. Além dessas fases, o público conta com experiência gastronômica no local. O projeto tem dois pilares:  preservação ambiental e apoio aos  pequenos agricultores para produção de amêndoas de qualidade que agregue valor ao fruto”, acrescentou Bebeto.

O projeto de integração visa promover o desenvolvimento econômico, social e ambiental, sendo um grande incentivo à produção com manutenção da floresta.

A marca reúne uma rede de pequenos e médios produtores num ciclo que tem dado resultados ao setor. A fábrica possui um amplo espaço de convivência aberto à visitação.

Também marcaram presença no encontro os secretários Geraldo Magela (Cultura); Mozart Aragão (Casa Civil); Hermano Fahning (Agricultura e Interior) e o diretor-executivo do Procon Ilhéus, Régis Aragão.

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