Na próxima segunda-feira (20) Ilhéus vai sediar o evento de conscientização sobre a hanseníase. O encontro será realizado a partir das 10h, no auditório da Faculdade Madre Thaís e marca a adesão da Prefeitura à campanha global ‘Não Esqueça da Hanseníase’, idealizada pelo embaixador da Boa Vontade da Organização Mundial da Saúde (OMS), Yohei Sasakawa.

O termo de cooperação será assinado entre o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas Pela Hanseníase (Morhan), a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) e a Rede Universitária Enfrentamento à Hanseníase da Bahia e de Ilhéus (Rede Hans BA e Rede Hans Ilhéus) para atuação junto à iniciativa global.

A solenidade contará com a presença do prefeito Mário Alexandre; do secretário municipal de Saúde, André Cezário; da coordenadora da Rede Hans – Bahia, Gracielle de Jesus Santos; da vice-coordenadora da Rede Hans BA, Eliana Neres Mello; e do coordenador do Morhan Nacional, Artur Custódio.

A assinatura do termo sela o compromisso da atual administração para promover a conscientização sobre a hanseníase, além do combate à discriminação sofrida pelas pessoas afetadas pela doença. Mário Alexandre destaca que somado às ações de combate à Covid-19, Ilhéus abraça a causa para fortalecer o movimento no município e em toda a região.

Conforme os organizadores do evento, com a adesão à campanha as entidades se comprometem a promover a conscientização sobre a hanseníase; divulgar a parceria junto aos seus colaboradores, fornecedores e veículos de comunicação das entidades, redes sociais e outras formas de contato com a população; organizar conjuntamente eventos e atividades de interesse mútuo; e participar de atividades e eventos realizados pelas entidades, bem como buscar envolver os órgãos do controle social.

Dados da doença – Conforme informações do Boletim do Ministério da Saúde, o diagnóstico de novos casos da doença no Brasil foi reduzido à metade entre 2019 e 2020. A Bahia seguiu a tendência e apresentou uma redução de 29.4% na identificação de novos casos – saindo de 1.990 (2019) para 1.405 (2020), informação que reforça a luta contra a doença no estado.

A diminuição dos casos acende um sinal vermelho, visto que com a falta de novos registros muitas pessoas que deveriam estar em tratamento sequer possuem o diagnóstico. O tratamento e diagnóstico oportunos impedem o desenvolvimento de lesões na pele mais graves e o aparecimento ou a piora de incapacidades físicas, e também quebram a cadeia de transmissão, já que os pacientes em tratamento não transmitem a doença.

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