MEMÓRIAS E NARRATIVAS: INFLEXÕES DA LITERATURA COMPARADA

BRAIT, Beth. Os textos chamam, a memória responde. DOSSIÊ. Todas as letras, V.14, n.2, p.125 – 137, 2012.

Elder Ribeiro

Maxsuel Fernandes

Márcio Sena

Liverson Oreste

Luan Jesus

Acadêmicos do Bacharelado Interdisciplinar em Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas – CECULT/UFRB 

Como será vista na história da literatura comparada as reflexões de Beth Brait, a única vertente epistemológica e teórica? A linguagem artística do dia-a-dia? Bom ou mau, as relações dialógicas, discursivas e ideológicas? Sobre um ponto não há dúvida: é uma construção da memória de presença do outro como fonte de motivação do texto. Os textos chamam, a memória responde, da autoria de Beth Brait – Livre Docente da Universidade de São Paulo – USP, na área de Literatura Comparada – Publicado no Brasil pela Revista Todas as Letras da Mackenzie, 2012.

Segundo, Beth Brait “as relações dialógicas, discursivas, dialógicas, formas de presença, do discurso no discurso, da enunciação na enunciação, do discurso sobre discurso, da enunciação sobre enunciação”. (Brait, 2012, p.125).

O Dossiê da Pesquisa de “Beth Brait” retrata a importância da memória figurativa, pelo processo de ensino aprendizado aos enunciados das diversas formas de comunicações ideológicas, das identidades e diversidades, que são elaboradas a partir do estudo investigativo de campo, e como as culturas e os fatores sociais corroboram para a difusão do conhecimento.

A autora viaja no mundo das mediações dialógicas, com ela carrega uma grande bagagem, sendo profissional e pela competência de rescrever os seus estudos sobre as literaturas comparadas, e assim, o principal papel de corroborar os estudos interdisciplinares e os espaços de interconhecimento na literatura. O Dossiê bastante atual de recortes pertinentes na campanha da carreira (não propriamente a vida) do protagonismo até o ano em que foi publicado. É um dossiê que corresponde nacionalmente como um viés da literatura e cultura nacional. É literalmente refinada aos seus estudos, usa com frequência o “discurso critico” e as frases de feito que adornam o seu trabalho acadêmico e atinge o alvo.

Em meio à construção das ações que estão em volta da produção literária, memorial e linguística, pode-se vislumbrar o objeto traçado pela autora, abordando seus discursos democráticos, alguém que acha que tem uma missão e quer dividi-la, compartilhar, se representando a favor do mundo pós-moderno, atualmente, na contemporaneidade, a prefere passar as informações de forma honrosa, entretanto, faz o esboço, pinta o retrato em forma discursiva, e apresenta como o dossiê é representativo. Temos então, de aceitar a sua opinião: “É difícil não gostar dele”.

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