Fluxos Lógicos: O Nascimento e as Trocas de Experiências

Marilena de Souza Chaui (Pindorama, 4 de setembro de 1941) é uma filósofa e ex-professora universitária brasileira. Filha do jornalista Nicolau Alberto Chaui e da professora Laura de Souza Chaui. Foi casada com o jornalista José Augusto de Mattos Berlinck, com quem teve dois filhos – José Guilherme e Luciana. Atualmente é casada com Michael Hall, historiador e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O presente texto aborda explicitamente como a lógica se apresenta de forma clara perante a conclusão de uma causa ou motivo repassado aos indivíduos da discussão. As palavras denotam a expressão de que seria a conclusão de alguma coisa que, por exemplo, o João e a Maria sabem como se estivesse relatando: sabendo que a Maria é o que pensa, o que deseja, o que te faz feliz, o que te deixa entristecida, o que costuma dizer, ouvir, fazer, assim podemos perceber o que está agora, dessa forma passando a dá uma entonação de que é evidente que a Maria e o João disseram isso, entretanto, era de se esperar que eles falassem.

É sabido que aparentemente exista uma conclusão que, portanto, deveria ser algo óbvio. Não é lógico, contudo, indica o contrário. Entende-se que não podemos afirmar conhecer totalmente para saber exato se é lógico ou não. Ao dizermos o termo (lógica) se refere à retomada a tradição do pensamento que se origina na Grécia.

Se pararmos para realizar uma análise do discurso entre os enunciados das ocasiões, percebemos que ao conversamos, interagimos, falamos algo e logo em seguida a reação é afirmar que, não. As coisas não tendem a ser dessa maneira. Portanto, aquilo não tem lógica, ou seja, não tem lógica.

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