Após 07 anos do desabamento de uma plataforma do Iate Clube de Ilhéus, ocorrido na madrugada do dia 12/02/2011, nenhuma das vítimas até o momento receberam o valor das indenizações.

Uma das vítimas cobra rapidez na execução do processo, já ganho na Justiça, através da 4ª Vara de Feitos de Rel de Cons. Cível e Comerciais – Itabuna.

Em 2015, a Justiça através da Comarca de Itabuna-BA, em razão de ter sido feita a intimação para pagamento do débito ajuizado nos autos do processo, movida por um das vítimas, em face de Ilhéus Iate Clube, ficou reduzida a termo de penhora um lote de terreno registrado no livro de Registro Geral, situado no bairro da Cidade Nova, à Rua Rotary s/n, que mede 675 metros quadrados e que limita com bens do Sindicato dos Estivadores e dos Trabalhadores em Estiva de Minérios de Ilhéus, bem como, com a antiga Avenida Contorno, registrado na Comarca de Ilhéus-BA. Fora, o único objeto identificado com o nome do Iate, que é uma parte do terreno do clube, pois grande parte é da marinha.

Entenda o caso

Uma noite que era pra ser perfeita com cerca de 400 pessoas presentes, virou uma noite trágica. No dia 11/02/2011, na hora da tão esperada valsa dos formandos do curso de Biologia da UESC, desaba uma parte o PIER do IATE CLUBE de Ilhéus. Segundo o Corpo de Bombeiros, caíram na época 21 pessoas, a maioria foi levada para o Hospital Regional de Ilhéus, e o caso mais grave foi de um bebê que tinha, na época, 08 meses de vida e que sofreu traumatismo craniano, e foi para Itabuna, onde ficou na UTI por 04 dias.

Foto: Roberto Rabat (In Memoriam)

 

As vítimas pedem Justiça!

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