Amêndoa do cacau e minério de Magnesita incrementou 15% no Porto de Ilhéus

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O ano de 2017 foi de crescimento para o setor portuário brasileiro, que registrou um crescimento de 8,3% e a movimentação de 1,086 bilhão de toneladas, de acordo com dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). A movimentação de contêineres aumentou tanto em toneladas quanto em unidades TEUs (sigla em inglês que equivale a um contêiner de 20 pés). Foram movimentados 106,2 milhões de toneladas (valor 6,1% superior ao registrado em 2016), transportadas em 9,3 milhões de TEUs (aumento de 5,7%). O maior incremento ficou por conta dos granéis sólidos, com alta de 10,3%. Milho e soja apresentaram crescimento de 71,8% e de 31,5%, respectivamente, na comparação 2017/2016. 

Entre os portos baianos, os ventos também foram favoráveis. Os terminais públicos, administrados pela Companhia das Docas da Bahia (Codeba), tiveram o melhor resultado operacional da história. Foram 11,9 milhões de toneladas movimentadas, o que representa um crescimento de 7,3% em relação ao ano anterior. O incremento de 805 mil toneladas no ano contou com algumas cargas pioneiras, como a importação de óleo diesel. O Porto de Aratu-Candeias, isoladamente, registrou também um novo recorde anual na movimentação de carga, por toneladas, de 7,1 milhões. O desempenho do Porto de Salvador alcançou 4,5 milhões de toneladas de cargas movimentadas em 2017, além de 310 mil TEUs. O Porto de Ilhéus apresentou incremento de 15%, principalmente graças à movimentações da amêndoa do cacau e minério de Magnesita, informou o Correio.

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