Enem: colunista faz ‘redação modelo’ sobre educação para surdos

No Brasil existem mais de 9,5 milhões de portadores de deficiência auditiva e uma das maiores dificuldades que essas pessoas enfrentam é a falta de comunicação com as pessoas que não sabem libras. Com o projeto Giulia esta comunicação agora é possível. Isto acontece através do uso de um bracelete que identifica os movimentos dos braços e das mãos, transmitindo as informações para um Smartphone via Bluetooth.

No Smartphone o aplicativo é processado baseado em inteligência artificial que interpreta os gestos do corpo relacionados à Língua Brasileira de Sinais – Libras e sintetiza em voz eletrônica a frase correspondente.

O projeto Giulia criado e desenvolvido pela Map Tecnology, tendo como projetista professor da Faculdade de Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) também lançado no dia 13 de junho de 2017 no Instituto Nacional de Educação de Surdos no RJ, este aplicativo foi pensado num aparelho que pudesse possibilitar a comunicação entre deficientes auditivos e as demais pessoas.

Estamos vivendo um momento em que a inovação está sendo o grande diferencial em todas as áreas e em todas as atividades humanas. Todavia, é importante salientar o desdobramento que o aplicativo nos trouxe, por exemplo, a maioria das pessoas hoje digita mais do que fala nos Smartphones, o tempo que se leva digitando é muito maior do que a linguagem de sinais que as pessoas deficientes auditivas conseguem descrevendo textos com o aplicativo de forma eficiente e muito mais rápido do que seria digitando letras e palavras.

Leia texto na íntegra 

TEXTO DISSERTATIVO Elder Ribeiro

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