Publieditorial

Bloco Os Agradáveis foi o sucesso do Carnaval de Ilhéus

Superando todas as expectativas e objetivos esperados, o Bloco Os Agradáveis, foi sem dúvida alguma, um sucesso, indiscutivelmente o melhor do carnaval 2018.

Acredito que foi acertado em relação ao carnaval 2018, na medida em que ele foi realizado com a banda Via de Acesso e Tony Canabrava, estrutura profissional e inédita. Quem esteve lá, viu o cuidado que a organização teve com a segurança e o conforto, que mesmo com uma chuva os foliões puderam curtir o melhor do carnaval, no melhor bloco.

E não posso deixar de compartilhar esse mérito com pessoas, profissionais do ILHÉUS.NET que iniciou a divulgação desde o ano passado, empresários de todas as esferas, que abraçaram a proposta do bloco com tanto carinho e dedicação, e entraram na torcida para que o Bloco se tornasse uma grande referência. Essas forças, somada aos apoios, é que nos dá força e estímulo para começar, porquê não, desde já, pensar no Bloco Os agradáveis 2019.

O bloco que mais investiu em todos os seguimentos da mídia, investiu em grandes atrações e em um novo jeito de realizar eventos, mesmo com o cancelamento do Carnaval antecipado, e posteriormente o cancelamento do Carnaval Oficial, as forças foram somadas, e deu tudo certo.

Senti em cada folião que vestiu o abadá do bloco o desejo pelo sucesso do Bloco, as centenas de pessoas que compraram o passaporte para ingressarem na Avenida Soares Lopes, e os que mesmo sem abadá, tiveram prazer e orgulho de afirmar que estavam no melhor bloco. Isso é gratificante para quem por meses idealizou, trabalhou e acima de tudo abdicou de vários momentos para se entregar ao Bloco, aqui eu cito alguns que conheço, Thiago Raposo, Emanuel Lopes e Márcio Raposo. Continue lendo

Editorial: Collor só tem a ganhar como candidato a presidente

Ainda que o tema pareça caminhar para o folclore político, a candidatura do senador Fernando Collor à presidência da República só traz ganhos políticos para ele.

Sem chances de perder mais nada (salvo um desastre inesperado).

É claro que as possibilidades de vitória não existem, mas esta certamente não é o que ele busca – pelo menos racionalmente.

O que Collor tem a ganhar?

A começar: mídia nacional durante a campanha televisiva, que ele nunca disporia se não fosse candidato a presidente. Continue lendo

Perereca de Jorge Amado

Que Jorge Amado entendia de perereca, poucos leitores duvidam. Porém, se há ainda alguma dúvida, basta apenas folhear a obra do escritor baiano e mais popular do Brasil. Nela pululam, lúbricas, oferecidas, recatadas, à mostra ou defendidas com zelo de beata, um sem número de pererecas, a começar pelas de Gabriela e passando por Dona Flor, Tieta e Tereza Batista, sem contar a variedade ofertada no Bataclan, o famoso cabaré de Ilhéus, dirigido com competência, autoridade e carinho maternal por Maria Machadão, no romance Gabriela, Cravo e Canela.

A essa fauna numerosa e perseguida pelos coronéis, boêmios e intelectuais da obra de Jorge Amado vem se juntar, agora, uma simpática perereca, também desdentada, mas menos perseguida do que aquelas do cardápio amadiano, porém, com poder de sedução para atrair zoólogos, biólogos e ambientalistas e outros estudiosos da natureza. Trata-se de uma rãzinha descoberta em 2015, em Una, na região cacaueira da Bahia, um dos pontos cardeais da geografia literária de Jorge Amado.

Numa homenagem que não deixa de ter um ingrediente rocambolesco, a nova espécie de perereca foi batizada de Phyllodytes amadoi, em homenagem ao escritor baiano que era apreciador de anfíbios, como, aliás, anfíbios são muitos de seus personagens, como os velhos marinheiros, mestres no mar e safos na terra. De fato, Jorge Amado gostava desses simpáticos bichinhos, lentos na terra e ágeis na água. Tanto que quem visitar o Memorial Jorge Amado, em Salvador, encontrará vários objetos relacionados a anfíbios.

A rãzinha ganhou seu pomposo nome científico, mas no imaginário popular já é conhecida como “A Perereca de Jorge Amado”. Muitos curiosos andam perguntando como é A Perereca de Jorge Amado. Pequena. A Phyllodytes amadoi mede apenas dois centímetros. Não enche a palma da mão, mas tem os seus encantos e atavios. O principal deles é um canto agudo que despertou a atenção dos pesquisadores durante o estudo realizado desde 2015 pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), no sul da Bahia, com o apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Continue lendo

EDITORIAL: Ilhéus, verão e vários problemas

Foto: José Nazal

Desde quando o “coroné” era vivo Ilhéus tem problemas, principalmente na chamada estação dos turistas.

Ao invés de casacos, cachecóis e guardas-chuva, biquinis, shorts e regatas ditam a moda nas ruas, que tem temperaturas médias de 30ºC durante toda a semana. Foi nesses ares, das águas e de todos os cantos de Ilhéus que brotou a fonte de inspiração para os romances de Jorge Amado.

Então, siga os passos de Jorge Amado. Sente-se ao lado dele no Bar Vesúvio de propriedade de “Nacib” e sinta-se parte da história. Ali os coronéis do cacau costumavam se reunir para esperar por suas mulheres que rezavam na missa. É bem verdade que muitas vezes eles davam uma escapadinha para se divertir no Bataclan com as meninas de “Maria Machadão”. A casa noturna e bordel que também funcionava como cassino tinha uma porta de conexão direta com o bar. Assim sendo, no mesmo quarteirão, ao redor da Praça Dom Eduardo havia os prazeres da boa mesa (Bar Vesúvio), do espírito (Catedral de São Sebastião) e da carne (Cabaré Bataclan).

Só que tudo mudou, e continua mudando!

Todos os dias, pela manhã, lá está ela (Ilhéus), sorriso estampado no rosto (com sua natureza), uma serenidade que me parece rara por esses tempos, colhendo os frutos podres da nossa existência: o lixo que produzimos sem cessar, desdenhando do mundo.

Chamo-o, sem que ela saiba, de Sísifo, pela repetição cotidiana do seu trabalho (Natureza), que há até de parecer inútil, e bem sabemos que não é. Seu cumprimento é sempre cheio de uma alegria que me parece impossível ignorar. Trocamos algumas palavras, falamos ligeiramente, e eu sigo em frente, sem deixar de observar o cuidado com que ele busca folhas e outros restos da natureza, inclusive os que espalhamos. Seria um homem zeloso e detalhista, imagino, em qualquer profissão.

Tito Lucrécio, o imortal poeta romano, acreditava que os deuses existiam, mas só cuidavam do mundinho deles, bem longe do nosso, pelo qual não nutria apreço ou desapreço: os humanos que cuidassem dos seus feitos e desfeitos. E não jogassem sobre os ombros alheios a responsabilidade pela busca, quase sempre frustrante, da felicidade.

Acho, entretanto, que a mitologia clássica, incluindo também a de origem africana, eu sugiro a leitura do ótimo livro de Reginaldo Prandi, A Mitologia dos Orixás, tem muito a nos ensinar sobre o que somos: humanos, perdidamente humanos. Ela nos propõe metáforas precisas dos nossos defeitos e virtudes.

Mas vamos lá, particularmente, tenho simpatia por Ilhéus, que pra mim tem várias personalidades que os gregos, romanos, celtas, entre outros, nos legaram com tanto significado. Ilhéus é sofredora e não tem sorte, condenada a cumprir sentença eterna, é verdade, mas acho que eles guardam algo da esperança que nos move na tragédia do cotidiano. Insistimos e persistimos, ainda que seja possível prever a inutilidade de tantos dos nossos atos, repetidos à exaustão.

Insistimos e persistimos, porque amamos!  Continue lendo

Temer banca apostas na disputa ao Senado na Bahia

Foto: (Nelson Almeida/AFP)

Seguindo a linha do “ex-amigo é pior do que inimigo”, o presidente Temer faz suas apostas na Bahia, mirando para governador ACM “tamo junto” Neto.

Ele tem recebido informações de pesquisas que apontam um largo campo para emplacar ACM Neto ao governo da Bahia, que sejam adversários do seu desafeto de agora (PT).

E são três os nomes nos quais Temer aposta para o Senado: o seu ex-ministro Antônio Imbassahy (PSDB) e o Prefeito de Feira de Santana Zé Ronaldo (DEM).

Resumo da ópera: o presidente deve investir nas suas fichas um bom cacife.

EDITORIAL: TRANSPORTE URBANO CARO, É TRANSPORTE RUIM.

Há mais de vinte anos que não temos um serviço de transporte de qualidade  Ilhéus, tendo em vista, que os acordos e/ou exigências de anos não estão sendo cumpridas, a saber:

a) Substituição de ônibus;

b) Reforma de abrigos ônibus;

c) Wi-fi no ônibus;

d) Aplicativo para saber a localização dos ônibus;

e) Ampliação de linhas, devido, ao crescimento urbano;

f) Criação e/ou construção de uma estação de transbordo;

g) ar condicionado nos ônibus;

Percebe-se que o exposto acima, já vem sendo o mesmo conto de fadas de todos os anos que se tem aumento de passagem, sendo que eu esqueci de frisar, que ainda há a “lorota” de defasagem da passagem, reajuste anual, aumento no preço dos combustíveis.

Sabemos que todas as cidades brasileiras que tem o serviço regulamentado e tem aumento de passagem de ônibus, a população se revolta e fica o sentimento de injustiça. Não apenas porque quem mais usa o serviço de transporte coletivo urbano e rural, são aqueles que moram nos bairros mais distante, e vale frisar que são aqueles cuja a renda não parece suficiente para atender a demanda das famílias, e com a crise que vivemos hoje, a sensação de injustiça cresce ainda mais. 

Já o Conselho Municipal de Transporte, ao que parece, só tem uma finalidade, definir o aumento das tarifa de ônibus, com base em quê? Quem faz e como se faz a planilha de custo das empresas de ônibus? Eis um bom começo, numa discussão e/ou debate que deve ser feito permanentemente. 

É verdade que uma série de fatores pesa no preço da tarifa, perda de número de passageiros, transporte clandestinos, tudo isso deve ser levado em conta, mas a preocupação do Prefeito de Ilhéus deve ser o USUÁRIO DO TRANSPORTE PÚBLICO EM ILHÉUS, que nunca teve, repito nunca, teve a disposição dele (usuário) um serviço de transporte público que tratasse com dignidade. Continue lendo

VEJA PORQUE ESTE BLOG FOI CENSURADO

De pronto afirmo que não ocorreu nenhum agravo na publicação “Justiça condena blogueiro ilheense a pagar indenização para PM’s”.

Vamos aos fatos.

Em fevereiro do ano em curso, recebi uma denúncia de uma mulher que estava esperando atendimento no Hospital Geral Luiz Viana Filho (HGLVF) no bairro da Conquista, após ter caído de uma escada em sua residência. Segundo a paciente, neste momento que esperava o atendimento um policial militar conhecido no ambiente de trabalho assediou, e mesmo ela se esquivando o tal tentava conseguir algo.

Pelo exposto, a mesma me procurou em aplicativo de conversa conhecido popularmente como whatsapp e informou que foi assediada, ela relatou todo acontecimento. Busquei outras fontes e vi que havia veracidade.

Sendo assim, resolvi publicar a notícia sem identificar o autor da ação e sem citar a vítima, haja vista que, A CF de 1988, tendo presente à necessidade de proteger um dos aspectos mais sensíveis em que se projetam as múltiplas liberdades do pensamento – precisamente aquele concernente ao direito de obtenção da informação -, prescreveu, em seu art. 5º, n. XIV, que “é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional”, nesta ocasião, a intenção não era difamar e nem expor ninguém, mas sim noticiar um fato que é considerado crime conforme Lei nº 10.224, de 15 de maio de 2001:

“Art. 216-A. Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função.” “Pena – detenção, de 1 (um) a 2 (dois) anos.”

Assim, publiquei no ILHÉUS.NET apenas um nota muito curta sobre este acontecimento conforme citação abaixo:

“Grande parte das mulheres brasileiras é ou já foi vítima de violência e assédio, práticas que acontecem em todos os espaços sociais, seja a família, o ambiente de trabalho ou as universidades. Essa foi uma das afirmações que foram debatidas por parlamentares e especialistas em audiência pública interativa promovida pela Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher.

A secretária adjunta de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Aline Yamamoto, disse que ocorrem mais de 500 mil estupros por ano no Brasil, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Entretanto, a taxa média é de apenas 10% desses casos denunciados à polícia ou Justiça.

Pois é, em Ilhéus segundo informações de pacientes e trabalhadores do Hospital Regional, um Policial Militar já conhecido no ambiente de trabalho tem o costume de assediar as pacientes que chegam no local para consulta ou tratamento. Um grupo de mulheres estão se organizando para mostrar a resistência e a luta contra esse servidor”.

Quando se fala em UM POLICIAL MILITAR, não define quem é o policial militar, e muito menos determina quem seja. Conforme se depreende da transcrição acima, em nenhum momento, o autor (EU) indicou os policiais da presente demanda como autor do assédio. (EU) o autor da postagem apenas informei que o assédio “segundo informações de pacientes e trabalhadores” fora cometido por UM POLICIAL MILITAR conhecido no ambiente hospitalar e NÃO LOTADO NO HOSPITAL, como quer fazer crer os autores da ação. Ainda se percebe a quebra do princípio de identidade, onde UM é igual a UM, e não a CINCO.

Assim, somaram-se cinco ações contra mim, distribuídos em Juizados distintos. A Juiza Raquel Ramires François – Juíza de Direito da 1ª VARA DO SISTEMA DOS JUIZADOS – ILHÉUS, sobre a retirada da postagem, decidiu:

“Da exposição fática apresentada na inicial, não vislumbro os elementos necessários à concessão da liminar requerida, quais sejam, o fumus boni iuris e o periculum in mora. Note-se que o fato descrito na matéria não é atribuído especificamente ao requerente. Ademais, por se tratar da narração de um fato pelo autor da notícia, consubstanciado em depoimentos de pessoas diversas e não apenas em opiniões pessoais do editor da matéria, entendo, em princípio não ser prudente determinar a retirada da notícia do referido site. Outrossim, o pedido gera consequências no âmbito da liberdade de imprensa e no direito à livre manifestação do pensamento, ambos direitos fundamentais garantidos na Constituição Federal, não sendo razoável determinar a limitação de tais direitos sem a manifestação da parte contrária e o pleno desenvolvimento da fase instrutória do processo.” grifo nosso

Sobre o pedido de retirada da postagem o Juiz BENEDITO ALVES COELHO -Juiz de Direito da 2ª VARA DO SISTEMA DOS JUIZADOS – ILHÉUS decidiu:

“A parte autora afirma que é policial militar lotado no Posto de Guarda do Hospital Geral Luiz Viana Filho na cidade de Ilhéus-BA e que teve a sua honra atingida em virtude de postagem realizada pelo réu em um blog local. Postula medida de urgência a fim de que a postagem seja retirada.

O artigo 84, §3°, do CDC, autoriza o juiz a conceder provimento antecipatório da tutela requerida, sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justificado receio de ineficácia do provimento final.

Tal provimento se condiciona à plausibilidade do direito invocado, sendo necessária a presença de indícios que possibilitem ao julgador, em cognição superficial, a formação de um juízo de probabilidade de êxito da demanda.

No caso vertente, não há nos autos prova de que o autor de fato trabalhe no posto do Hospital Regional de Ilhéus, local informado pela postagem. Ou seja, não há nos autos, por ora, elementos que vinculem o autor com a postagem objeto do pedido de urgência, já que não há prova nos autos, também, de que o demandante seja policial militar.” Diante do exposto, não vislumbro a necessária plausibilidade da pretensão deduzida, razão pela qual indefiro o pedido de tutela de urgência.” grifo nosso

Em seguida a tudo isso, foi solicitada a conexão dos processos, tendo em vista, que são processos da mesma questão, desta feita, todos os processos foram para a 2ª VARA DO SISTEMA DOS JUIZADOS – ILHÉUS com o Juiz BENEDITO ALVES COELHO. A parte autora solicitou audiência de instrução, o que foi negada por Benedito, seguindo concluso para despacho.

Vale lembrar também que nos autos do processo, a parte autora me acusa de uma difamação que na qual não há na postagem, veja abaixo: 

Por conseguinte segundo informações, ocorreu um mutirão do TJ-BA, e o Juiz PAULO CESAR ALMEIDA RIBEIRO não se baseou nos despachos dados pelos juízes anteriores e determinou a sentença citada na postagem.

Por fim, vale destacar que, a liberdade de expressão, em todas as suas formas constitui, hoje, um dos pilares de sustentação da democracia, pois é o seu exercício que possibilita à população condições para a formação de opinião crítica sobre os assuntos que dizem respeito à vida em sociedade e, em consequência, o gozo e exercício consciente da cidadania. A propósito, deve ser lembrado o acertado dizer de José Afonso da Silva, quando, ao tratar da liberdade em epígrafe, menciona que “ela só existe e se justifica na medida do direito dos indivíduos a uma informação correta e imparcial.” Ayres Britto afirma que a imprensa é vista por si mesma e pela coletividade “como ferramenta institucional que transita da informação em geral e análise da matéria informada para a investigação, a denúncia e a cobrança de medidas corretivas sobre toda conduta que lhe parecer (a ela, imprensa) fora do esquadro jurídico e dos padrões minimamente aceitáveis como próprios da experiência humana em determinada quadra histórica”.

Sendo assim, iremos RECORRER DA DECISÃO e no momento certo será OPORTUNIZADA A DEFESA. É fundamental a liberdade de imprensa e opinião, neste aspecto nunca devemos dá um passo atrás, as defesas das liberdades é algo inegociável. Vamos discutir o mérito até o fim, e nunca se curvar para àqueles que querem cassar nossa liberdade de imprensa e de opinião.

Atenciosamente,

 

Franklin Deluzio

Editor Chefe

Mudança no TSE pode dificultar candidatura de políticos condenados pelo TJ

ELEIÇÕES 2016

O ministro Luiz Fux será o presidente do TSE nas eleições do próximo ano.

Entre as possibilidades que surgem, há algo que vai além do tamanho do topete (considerando ele e Gilmar Mendes, o que sai): Fux é mais propenso a endurecer com os agentes políticos envolvidos em malfeitos.

Aqui na região, só para destacar a data – a operação Citrus -, são vários com problemas na justiça.

E o que isso pode significar?

Que eles podem ser apanhados – via TSE – na Lei da Ficha Limpa, que Mendes considerou que foi feita por “um bêbado, um bêbado”. Continue lendo

OPINIÃO: Querem derrubar a Secretária de Saúde, a “pistolagem” política não sobrevive longe do poder

Sertão é onde manda quem é forte, com as astúcias. Deus, mesmo, se vier, que venha armado JÁ DIZIA Guimarães Rosa.

A frase acima é do clássico Grande Sertão: Veredas, talvez o maior romance escrito por um brasileiro em todos os tempos.

E os clássicos assim se tornam porque capturam as verdades permanentes, o que no nosso caso é mais do que evidente.

Os pistoleiros, sabem a polícia, do Ministério Público e do Judiciário, transitam na Secretaria de Saúde de Ilhéus servindo a quem lhes paga o dedo assassino. Infiltram, matam e morrem sem dar sinal de vida.

Em Ilhéus é e sempre foi assim. Apesar de certa “hibernação” do crime de mando por aqui – no sul da Bahia e nas outras regiões do estado – desde que a Polícia Federal, Polícia Civil, através do MPE decidiu sair da toca, no período em que foi realizada a Operação Citrus, eles nunca deixaram de fazer morada por aqui.

Mas os donos da pistola – os que mandam – continuaram a exercer seu poder à base de medo e de “boicote”.

Em Bandidos, o historiador Eric Hobsbawm criou uma categoria social que nos serve como uma luva, desde sempre: a do “bandido social”.

Os traços comuns desse personagem: ele é temido, acima de tudo, mas exerce a sua caridade para que garanta a fidelidade daqueles a quem ajuda – e que têm por obrigação espalhar o gesto de calculada generosidade. Mas segue, o personagem do genial historiador, a definitiva cartilha deixada por Nicolau Maquiavel (O Príncipe).

Ele “descobriu” que o ideal – para o poderoso – é ser amado e temido, “mas como é difícil reunir as duas coisas, é muito mais seguro – quando uma delas tiver que faltar – ser temido do que amado”.

Os pistoleiros, que transitam sem obstáculo na secretaria de saúde controladas por algum coronel sem farda, são uma peça importante nesta nossa permanência no atraso. Mas eles só existem porque os seus patrões nunca deixaram de ser recebidos em palácios. O tapete vermelho, uma cor tão emblemática da prática política deles, é a passarela por onde desfilam sua arrogância e a certeza da impunidade. Continue lendo

Enem: colunista faz ‘redação modelo’ sobre educação para surdos

No Brasil existem mais de 9,5 milhões de portadores de deficiência auditiva e uma das maiores dificuldades que essas pessoas enfrentam é a falta de comunicação com as pessoas que não sabem libras. Com o projeto Giulia esta comunicação agora é possível. Isto acontece através do uso de um bracelete que identifica os movimentos dos braços e das mãos, transmitindo as informações para um Smartphone via Bluetooth.

No Smartphone o aplicativo é processado baseado em inteligência artificial que interpreta os gestos do corpo relacionados à Língua Brasileira de Sinais – Libras e sintetiza em voz eletrônica a frase correspondente.

O projeto Giulia criado e desenvolvido pela Map Tecnology, tendo como projetista professor da Faculdade de Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) também lançado no dia 13 de junho de 2017 no Instituto Nacional de Educação de Surdos no RJ, este aplicativo foi pensado num aparelho que pudesse possibilitar a comunicação entre deficientes auditivos e as demais pessoas.

Estamos vivendo um momento em que a inovação está sendo o grande diferencial em todas as áreas e em todas as atividades humanas. Todavia, é importante salientar o desdobramento que o aplicativo nos trouxe, por exemplo, a maioria das pessoas hoje digita mais do que fala nos Smartphones, o tempo que se leva digitando é muito maior do que a linguagem de sinais que as pessoas deficientes auditivas conseguem descrevendo textos com o aplicativo de forma eficiente e muito mais rápido do que seria digitando letras e palavras.

Leia texto na íntegra  Continue lendo

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